Cem passos a frente,
ou a memória como morada.
Na festa do luxo,
quem tem bloco vira 3.
Cadê Ciclana?
Foi deixar fulaninho da casa velha.
Antiga bagunça do conforto
no prédio que tombeii.
3 raios
3 faces de beijo fácil
e onde não for seguro
escreverei.
15.04.12 p/João Pedro
MÚCO DIÁRIO
domingo, 15 de abril de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
atrás da pia
Acho que foi bom falar-te
igual fluir conversa de pele fria
responde ao vento escada a cima
atrás da Pia.
Mesmo quem não tinha estandarte
assumiu a lida.
-Bacana: Quem menos pilha avoa!
Então Evoé
correria de lua com sono a 4 dias
somos todos 1, e 1 é mais que 100.
Cada sacada cabe em um saco a menos por varal.
e por falar
quem trancou a porta de correr
rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
igual fluir conversa de pele fria
responde ao vento escada a cima
atrás da Pia.
Mesmo quem não tinha estandarte
assumiu a lida.
-Bacana: Quem menos pilha avoa!
Então Evoé
correria de lua com sono a 4 dias
somos todos 1, e 1 é mais que 100.
Cada sacada cabe em um saco a menos por varal.
e por falar
quem trancou a porta de correr
rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A guardado
"Os riscos de ocre ainda me cortam
no contra-vento do trem que foi verniz.
Passou semi-fincado sem salto meu.
Facadas amigáveis
de um domingo chuvoso,
em fado de espera
grave."
sexta-feira, 18 de março de 2011
DA COLISÃO DE AGORA A POUCO
Quem sabe onde vai ser, se a chuva parar de ter a lua grande do compasso?
Um lapso sobre o direito de quem dorme bem.
Bandeiras e cercas vestidos de branco chamam o sopro de pulmão.
Por isso o fôlego careca de saber.
Por isso um latido e o telegrama, para sairmos pulando sem ver o ouvido
e um chute pra fora do espaço.
Um lapso sobre o direito de quem dorme bem.
Bandeiras e cercas vestidos de branco chamam o sopro de pulmão.
Por isso o fôlego careca de saber.
Por isso um latido e o telegrama, para sairmos pulando sem ver o ouvido
e um chute pra fora do espaço.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"ÚLTIMOS NÔMADES"
Em miríades se divide, coleta a seiva
Abre-se como um caracol em sua silhueta calculada
algo pedia para que tudo voltasse, mas a praia da repetição não é passível de palmilhar
O que resta é todo o resto
entre a terra e a carne o universo está
Há os que enxerguam um conflito natural ao qual não se vêem participantes,
outros sentem-se entregues ao aprendizado das evidências, e elegem a imobilidade
uma bela estátua de algum guerreiro na praça, que só serve para ser lembrado, mesmo
que todos os telhados o acobertem, nenhum será capaz de protege-lo
ser curioso.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Próximo

Depois do nada, tudo mudou. Parece que o que carece de conserto danificaria lentamente a memória, aquela temperamental. Só que desta vez ele calou como quem pede para cair no esquecimento, sujeito esquisito, porta torta que não abre. Sabe o que quer logo e depois, por isso a penas duras voa manso. Bem sabe que as golas Pólos magnéticos podem mudar, mesmo que saibam por que terá de sentar ali, redigir seu múco diário para terminar a sessão antes da última escarrada á la flúorvinagrete frente ao próximo.
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