quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A guardado

"Os riscos de ocre ainda me cortam
no contra-vento do trem que foi verniz.
Passou semi-fincado sem salto meu.
Facadas amigáveis
de um domingo chuvoso,
em fado de espera
grave."

sexta-feira, 18 de março de 2011

DA COLISÃO DE AGORA A POUCO

Quem sabe onde vai ser, se a chuva parar de ter a lua grande do compasso?
Um lapso sobre o direito de quem dorme bem.
Bandeiras e cercas vestidos de branco chamam o sopro de pulmão.
Por isso o fôlego careca de saber.
Por isso um latido e o telegrama, para sairmos pulando sem ver o ouvido
e um chute pra fora do espaço.